Histórias de quem passou no ENCCEJA: trajetórias que inspiram

Nunca é tarde: conheça pessoas reais que transformaram sua vida com o ENCCEJA

Atualizado em 28 de maio de 2026

Grupo diverso de pessoas sorridentes com diplomas

Às vezes o que mais nos falta não é método nem material de estudo — é acreditar que é possível. Por isso, reunimos neste post trajetórias inspiradoras de pessoas que abandonaram a escola por necessidade, passaram anos longe dos livros, e ainda assim conquistaram o certificado pelo ENCCEJA. Cada história é diferente, mas todas têm algo em comum: a decisão de não desistir.

Dona Aparecida, 58 anos: "Estudei para minha filha não ter vergonha de mim"

Aparecida parou de estudar na 5ª série para ajudar a criar os irmãos mais novos. Aos 56 anos, depois que os filhos cresceram, ela sentiu que havia chegado a hora. Estudou por dois anos, acordando mais cedo do que o resto da família para ter silêncio. Na terceira tentativa, passou em todas as áreas do ENCCEJA Fundamental. "Chorei muito quando vi o resultado. Não de tristeza — de alívio. De saber que ainda dava tempo."

Marcelo, 42 anos: "O ENCCEJA me abriu a porta de um concurso público"

Marcelo foi empregado doméstico durante 18 anos. Quando soube de um concurso para agente de saúde comunitária no município onde mora, percebeu que precisava do ensino médio. Em menos de um ano de preparação, conseguiu passar no ENCCEJA Médio — e poucos meses depois foi aprovado no concurso. "Hoje trabalho numa área que me realiza e tenho carteira assinada e plano de saúde. O ENCCEJA foi a virada."

Rosangela, 34 anos: "Estudei durante a madrugada com o bebê dormindo no colo"

Mãe solo de duas crianças pequenas, Rosangela não tinha como estudar durante o dia. Encontrou um jeito: estudava entre 22h e meia-noite, quando as crianças dormiam, às vezes com o bebê dormindo no seu colo. "Era cansativo, mas eu sabia que aquele esforço ia mudar a minha vida. E mudou." Ela passou no ENCCEJA na primeira tentativa e hoje cursa técnico em administração.

Seu Benedito, 71 anos: prova de que nunca é tarde

Benedito foi lavrador por décadas. Analfabeto até os 40 anos, aprendeu a ler com um programa de alfabetização para adultos. Aos 69, decidiu que queria o diploma. Estudou com a ajuda da neta adolescente, que explicava o conteúdo enquanto ele fazia anotações com letra grande. Aos 71, recebeu o certificado de conclusão do ensino fundamental. "Nunca me imaginei com diploma. Mas agora tenho."

O que essas histórias têm em comum

Nenhuma dessas pessoas tinha condições ideais para estudar. Todas tinham obstáculos reais — tempo, cansaço, responsabilidades, dúvidas sobre si mesmas. O que as fez chegar até o certificado não foi uma vantagem especial: foi a decisão de começar e a disciplina de continuar, mesmo que em pequenos passos.

E a sua história?

Você também pode escrever a sua. O ENCCEJA existe justamente para pessoas como Aparecida, Marcelo, Rosangela e Seu Benedito — e como você. A prova é gratuita, o conteúdo é acessível e o certificado tem validade em todo o Brasil.

Se você ainda está se preparando, o Simulado Solidário oferece simulados gratuitos para ajudar você a chegar ao dia da prova com confiança. A próxima história de superação pode ser a sua.

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